Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão;(...), Daniel 9:9.
Li uma história muito interessante.
É a história de duas crianças: John e Mary. John tinha oito anos e sua irmã Mary, dez anos. Certo dia, ambos ficaram sozinhos em casa enquanto sua mãe fazia compras.
Havia um pato de estimação no quintal da casa. Era muito bonito e um encanto para a família. Na ausência da mãe, John, com seu “estilingue” resolveu treinar o alvo no pato e acabou acertando a cabeça do pato e o pato morreu.
Mary viu a cena e disse: “você matou o pato de estimação da mamãe. Vou contar tudo pra ela”. O menino ficou com muito medo e combinou com sua irmã: “se você não contar para a mamãe, lavarei as louças e limparei a casa todos os dias em seu lugar”. Mary topou e o pato foi enterrado.
Coitado do John.
Na hora de lavar a louça ou fazer a limpeza da casa, John resmungava e não queria ir. Mary dizia: “olha o pato!”. E lá ia seu irmão lavar as louças e limpar a casa. Todas as vezes que havia tarefas domésticas para Mary fazer, chamava o seu irmão e dizia-lhe: “olha pato!”, e John, triste e acabrunhado, fazia as tarefas.
Já cansado de tanta exploração da irmã, John foi falar com a sua mãe sobre o pato e contou a verdade. A mãe o colocou no colo e disse: “eu já sabia o que você fez com o pato. Já perdoei você, meu filho”.
No dia seguinte, novamente: a limpeza da casa, lavar louças. Mary, como de costume convocou o seu irmão: “John vem lavar as louças e limpar a casa agora!”. O menino sorriu, olhou para a irmã e disse: “não vou. Chega!”. Mary disse: “olha o pato!”. “Bobona”, disse feliz o garoto, “mamãe já sabe o que eu fiz com o pato e ela me perdoou”.
A estratégia do maligno é sempre nos lembrar da nossa culpa. Somos presos por uma consciência impregnada de culpa e sofremos o fel da dor e do sofrimento pelos erros e pecados cometidos.
O Senhor diz:
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais, Hebreus 8:12.
A culpa leva ao suicídio e a uma grande aflição na alma. Ser liberto da culpa é obra da cruz, pois lá no calvário Jesus carregou os nossos pecados e nos perdoou verdadeiramente. Diz O Livro Sagrado,
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados, Isaías 53:5.
O problema é que não cremos nesse perdão e vivemos amargurados e tristes, tal como o garoto da nossa história, ficamos escravizados pelo Diabo que lança ferrolhos na nossa consciência por algo que foi perdoado. Diz a Bíblia, O Livro:
Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão;(...), Daniel 9:9.
Mário Gardini
terça-feira, 23 de abril de 2013
REFLEXÃO: "O PATO"
Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão;(...), Daniel 9:9.
Li uma história muito interessante.
É a história de duas crianças: John e Mary. John tinha oito anos e sua irmã Mary, dez anos. Certo dia, ambos ficaram sozinhos em casa enquanto sua mãe fazia compras.
Havia um pato de estimação no quintal da casa. Era muito bonito e um encanto para a família. Na ausência da mãe, John, com seu “estilingue” resolveu treinar o alvo no pato e acabou acertando a cabeça do pato e o pato morreu.
Mary viu a cena e disse: “você matou o pato de estimação da mamãe. Vou contar tudo pra ela”. O menino ficou com muito medo e combinou com sua irmã: “se você não contar para a mamãe, lavarei as louças e limparei a casa todos os dias em seu lugar”. Mary topou e o pato foi enterrado.
Coitado do John.
Na hora de lavar a louça ou fazer a limpeza da casa, John resmungava e não queria ir. Mary dizia: “olha o pato!”. E lá ia seu irmão lavar as louças e limpar a casa. Todas as vezes que havia tarefas domésticas para Mary fazer, chamava o seu irmão e dizia-lhe: “olha pato!”, e John, triste e acabrunhado, fazia as tarefas.
Já cansado de tanta exploração da irmã, John foi falar com a sua mãe sobre o pato e contou a verdade. A mãe o colocou no colo e disse: “eu já sabia o que você fez com o pato. Já perdoei você, meu filho”.
No dia seguinte, novamente: a limpeza da casa, lavar louças. Mary, como de costume convocou o seu irmão: “John vem lavar as louças e limpar a casa agora!”. O menino sorriu, olhou para a irmã e disse: “não vou. Chega!”. Mary disse: “olha o pato!”. “Bobona”, disse feliz o garoto, “mamãe já sabe o que eu fiz com o pato e ela me perdoou”.
A estratégia do maligno é sempre nos lembrar da nossa culpa. Somos presos por uma consciência impregnada de culpa e sofremos o fel da dor e do sofrimento pelos erros e pecados cometidos.
O Senhor diz:
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais, Hebreus 8:12.
A culpa leva ao suicídio e a uma grande aflição na alma. Ser liberto da culpa é obra da cruz, pois lá no calvário Jesus carregou os nossos pecados e nos perdoou verdadeiramente. Diz O Livro Sagrado,
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados, Isaías 53:5.
O problema é que não cremos nesse perdão e vivemos amargurados e tristes, tal como o garoto da nossa história, ficamos escravizados pelo Diabo que lança ferrolhos na nossa consciência por algo que foi perdoado. Diz a Bíblia, O Livro:
Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão;(...), Daniel 9:9.
Mário Gardini
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário