domingo, 10 de abril de 2011

EDUCADORES




PESTALOZZI :Defendeu a importância de desenvolver uma educação voltada para os interesses e necessidades das crianças, valorizando a experimentação prática.



FROEBEL: Defendeu a importância de desenvolver uma educação voltada para os interesses e necessidades das crianças, valorizando a experimentação prática.






DECROLLY: Apontou a necessidade de trabalhar com os métodos ativos. Decroly criou os centros de interesses, nos quais os alunos escolhiam o que desejavam aprender, construído o próprio currículo a partir de suas curiosidades e interesses.



MONTESSORI :Apontou a necessidade de trabalhar com os métodos ativos. Montessori enfatizou a importância da atividade livre e da estimulação sensório-motora.





DEWEY:A década de 20, Dewey e Kilpatrick enfatizaram a importância da escola ser um espaço vivo e aberto para a realidade, defendendo que as crianças adquiram experiência e conhecimento pela resolução de problemas práticos, em situações sociais.Dwey criou a escola ativa, fundamentada na motivação e no interesse espontâneo dos alunos para a descoberta, por meio da experiência pessoal e das informações que serão assimiladas. Um dos princípios da teoria de Dewey que nos dias atuais vem sendo bastante destacada nas propostas pedagógicas é o aprender-fazendo experiências que o aluno ativamente pode se envolver com a própria aprendizagem. Dewey foi o grande sistematizador da Pedagogia de Projetos.



FREINET: A década de 30, Célestin Freinet, propôs uma pedagogia de busca e de experiências, favorecendo a criança um papel ativo voltado para o trabalho e atividade em grupo, vivenciando situações de cooperação e a pesquisa do meio, bem como o envolvimento do aluno em atividades/projetos criativos.




>


FREIRE: O educador brasileiro Freire, mundialmente conhecido, na década de 60, foi responsável por introduzir o debate político e a realidade sociocultural no processo escolar com a educação libertadora e os denominados temas geradores . Para Freire o ato de conhecer tem como pressuposto fundamental a cultura do educando, não para cristalizá-la, mas como ponto de partida para que ele avance na leitura do mundo, compreendendo-se como sujeito da história. Enfatiza o diálogo entre o conhecimento que o aluno traz, enquanto sujeito histórico, e a construção de um saber. Os fundamentos da pedagogia de Freire humanista e emancipatória orientam o professor para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas que privilegiem a indagação, a curiosidade, a busca do rigor científico e a reflexão crítica do aluno.“...ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” ( FREIRE , 1996, p. 52).




PIAGET
A partir dos anos 80 e 90, o conceito de Projeto se evidencia no cenário educacional com uma nova dimensão, sendo em parte reflexo dos estudos da teoria construtivista de Piaget, a qual explica o processo de aprendizagem e a aquisição dos conhecimentos.
Para PIAGET o conhecimento é construído pelo sujeito, no contexto das interações com outras pessoas e/ou objetos. A construção se dá por meio de dois processos fundamentais de inteligência: a assimilação e a acomodação , que são componentes de todo equilíbrio cognitivo.



HERNÁNDEZ:ano 90 Fernando Hernández propõe, na Espanha, um currículo integrado e o desenvolvimento de projetos de trabalho repercutindo no Brasil nas novas propostas de orientação curriculares. Hernandez alerta que para trabalhar com projeto não basta o aluno gostar de um determinado tema, é preciso que o tema seja instigador para o aluno e desperte sua curiosidade por novos conhecimentos. O trabalho por projeto passa a ser adotado em várias escolas, porém com um novo significado, pois Hernández (1998) aponta que o projeto não deve ser visto como uma opção puramente metodológica, mas como uma maneira de repensar a função da escola, o ensino e a aprendizagem. Essa compreensão é fundamental porque aqueles que buscam apenas conhecer os procedimentos e os métodos para desenvolver projetos acabam se frustrando, pois não existe um modelo ideal, pronto e acabado que dê conta da complexidade que envolve a realidade de sala de aula e do contexto escolar.



VYGOTSKY O conceito da zona proximal de desenvolvimento ( ZPD ) da teoria de Vygotsky pode orientar a mediação do professor no processo de aprendizagem do aluno, considerando inclusive a sua historicidade. O contexto da escola, por ser essencialmente social, indica que a mediação é desempenhada tanto pelo professor, que tem a intencionalidade pedagógica, como por outros profissionais da escola, pela própria instituição, pelos colegas. Assim, todos podem aprender e ensinar uns com os outros. A mediação do professor é importante também para que os conteúdos envolvidos no projeto sejam compreendidos e sistematizados para que o aluno possa formalizar os conhecimentos colocados em ação. Desse modo, por meio da mediação, o professor pode compreender os conhecimentos que os alunos trazem do cotidiano, ajudá-los a inter-relacionar com outros conhecimentos mobilizados no projeto e chegar à construção de conhecimentos científicos, que se constitui finalidade da escola na perspectiva da formação integral do aluno. A mediação traduz na prática pedagógica do professor, a intencionalidade e o comprometimento com a qualidade de aprendizagem do aluno, favorecendo-lhe que além da experimentação, da descoberta, a sua ação seja refletida, compreendida formalizada para que atinja outros níveis de desenvolvimento e de estruturas cognitivas majorantes

Nenhum comentário:

Postar um comentário